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Faltam 32% de professores nas escolas de São Paulo

O ano letivo já começou faz dois meses, mas as aulas estão longe de começar em muitas das escolas de São Paulo. Uma em cada três escolas estaduais da cidade de São Paulo enfrenta falta de professores. Segundo dados levantados pela Folha de S. Paulo, publicados nesta quarta-feira, existem 343 vagas abertas dos 1.072 colégios paulistanos. A principal carência são nas disciplinas de arte, geografia, sociologia e matemática.

A Secretaria Estadual da Educação, que foi procurada pela publicação, alegou que o resultado "não reflete a realidade". O governo não citou números específicos, mas afirma ter uma estimativa onde o deficit é de apenas 0,6% em todo o Estado - deixando de fora, entretanto, dados sobre a capital, alvo do levantamento.

Privatização da saúde ou combate à corrupção?

Desde a reportagem pelo “Fantástico”, da Rede Globo, no dia 18 de março, o Tribunal de Contas da União (TCU) vem reforçando a fiscalização nos hospitais universitários federais para combater a corrupção na saúde. No entanto, alguns especialistas acreditam que essa é apenas uma maneira de reduzir o impacto da denúncia em ano eleitoral, outros afirmam que essa medida é o início do processo de privatização dos hospitais públicos.

Márcio Palmares, técnico-administrativo em educação da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Paraná (SINDITEST-PR), acredita que as grandes empresas da área estão buscando justificativas para a privatização de hospitais públicos.

Entenda os desdobramentos das denúncias de fraude em hospitais universitários 


Encontro de alunos encontra na rede divulgação eficaz


por Camila Oliveira

A presença das redes sociais na vida pessoal é incontestável, mas no mundo acadêmico, as posturas se dividem. Há as instituições que desejam estar presentes nas redes, mas ainda há aquelas que insistem em manter certa intolerância, distanciando-se da rede, e tentando manter o estudante longe dela, limitando o acesso nos laboratórios, por exemplo.
A Universidade Federal do Pará (UFPA) escolheu estar onde o aluno está e possui perfil no Twiter e no Facebook, como explica em seu site, a justificativa para a criação é que as redes são “uma forma eficiente de divulgação de informações, bem como uma estratégia de interação entre a Universidade e o seu público.” 
A Universidade Federal do Rio Grande do Norte não impõe restrições de acesso, e alguns departamentos ainda contam com páginas no redes sociais. A estudante de Biomedicina, Carolina Araújo, comenta que a ferramenta é utilizada para “dialogar com aqueles que usufruem de seus serviços e queiram tirar dúvidas, fazer sugestões e reclamações.”
Carolina foi uma das organizadoras da Semana do cérebro, evento beneficiado pela divulgação nas redes sociais. “É uma ferramenta que atinge grande parte dos estudantes universitários, como também a população no geral.” A Semana, além de uma página no facebook, tinha um blog que divulgava a programação, resumos das palestras, link para as inscrições, entre outras informações relacionadas. Ao lado de facebook, twitter e wordpress, no “mundo real”, a principal maneira de divulgação eram os cartazes espalhados pela universidade.
Carolina acredita na importância das redes sociais para o mundo acadêmico numa maneira que extrapola a divulgação de enventos, e alcança projetos de pesquisa e extensão, informações que são de interesse público, como um alerta sobre algum problema na infraestrutura, sendo importantes para o diálogo com a população universitária.