Não gostou do fim do filme? Escolha outro!

Internet e TV Digital possibilitam o crescimento do cinema interativo

Rio+20 incentiva debate nas universidades brasileiras

Instituições de ensino superior usam a temática do desenvolvimento sustentável para promover debates políticos e sociais

Unesp de Sorocaba participa da RoboCup

Alunos de Engenharia de Controle e Automação participam de campeonato internacional de futebol de robôs

Mulheres jovens estão bebendo mais do que os homens

Pesquisa da Unesp de Botucatu aponta conclusão

Especial Jogos Universitários

Fique por dentro de uma das principais atividades que agitam a vida dos recém-integrantes ao ensino superior e conheça mais sobre importantes eventos entre as universidades paulistas

Por Bruno Sisdelli
 
Uma das formas mais expressivas de união entre os espíritos acadêmico e esportivo são os jogos universitários. Essas competições existem por todo o país e reúnem estudantes e universidades por meio do esporte nas mais variadas modalidades. Os organizadores, as instituições participantes e os tipos de eventos também são os mais diversos. Vários deles incluem não somente jogos, mas também festas para promover a confraternização entre os universitários.
Pensando nisso, reunimos aqui algumas informações sobre quatro importantes competições universitárias que são realizadas no estado de São Paulo. Fique à vontade para ler e conhecer um pouco sobre cada uma delas.

Inter Unesp

Um dos mais conhecidos eventos esportivos universitários do país, o InterUNESP é uma competição entre os 21 campi da Universidade Paulista, a UNESP. A competição é organizada pelas Atléticas da faculdade e ocorre durante quatro dias no segundo semestre de cada ano. São disputadas 12 modalidades esportivas, entre as quais estão o futebol, o atletismo, o judô e a natação. Além dos esportes, o evento conta ainda com festas e o famoso desafio de baterias – competição entre as baterias dos campi. O atual campeão do InterUNESP é o campus de Bauru, que venceu a edição realizada na cidade de Marília. A disputa em 2012 ocorrerá em Jaboticabal, entre os dias 15 e 18 de novembro.
Para mais informações sobre o InterUNESP, visite o siteoficial do evento.

TUSCA


A Taça Universitária de São Carlos é uma competição organizada pelas Atléticas da USP São Carlos e da UFSCar. A disputa ocorre entre as duas instituições e outras convidadas. As modalidades incluem futebol, beisebol, karatê, pólo aquático, entre outras. Além dos jogos, também acontecem festas durante o evento.

Realizada há mais de 30 anos, a TUSCA é um dos eventos universitários mais tradicionais do estado e faz parte do calendário oficial da cidade de São Carlos.

A edição de 2012 não contará com uma das suas principais marcas: a prefeitura de São Carlos proibiu a realização do Corso, festa em que um trio elétrico percorre as ruas da cidade. A proibição ocorreu por questões de segurança – nas duas últimas edições, dois estudantes morreram durante a festa (para saber mais, leia estanotícia do site G1).

A UFSCar é a atual campeã da TUSCA.

Clique aqui para visitar o site da edição de 2011 da competição.

JUCA

JUCA é a sigla para Jogos Universitários de Comunicação e Artes. O evento reúne disputas esportivas entre alunos de Comunicação e Artes e também festas durante quatro dias no feriado de Corpus Christi.
Quem organiza os jogos é a Liga Atlética Acadêmica de Comunicação e Artes (LAACA). Participam oito instituições de ensino superior paulistas, entre as quais estão a Cásper Líbero, a ECA-USP e as PUCs de São Paulo e Campinas. Algumas das modalidades disputadas são o futebol, o tênis, a natação e o rugby.
A atual campeã dos jogos é a Cásper Líbero, que venceu a edição 2011 na cidade de Caçapava.
Você pode encontrar mais informações pelo blogoficial do JUCA.

JUP

Os Jogos Universitários Paulistanos reúnem instituições de ensino superior da cidade de São Paulo em campeonatos realizados nos dois semestres de cada ano. O evento é uma realização conjunta da Federação do Desporto Escolar do Estado de São Paulo (FEDEESP) e da Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação de São Paulo. A primeira edição ocorreu em 2008 e, desde então, vem acontecendo anualmente.
Em 2011, participaram 259 equipes de 59 faculdades paulistanas em várias modalidades como futebol, futsal, vôlei, handebol, entre outras. Acesse o site dos JUP.

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Existem muitas outras competições como essas. Se você se interessa pelo assunto, aqui vai uma sugestão: o site Esporte Universitário.net tem informações e notícias sobre vários jogos universitários.




Conferência Rio+20 incentiva debates nas universidades brasileiras

Instituições de ensino superior usam a temática do desenvolvimento sustentável para promover debates políticos e sociais

Entre os dias 13 e 22 de junho desse ano, acontecerá, na cidade do Rio de Janeiro, a Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, que prevê a criação de uma agenda de metas para o desenvolvimento sustentável nas próximas décadas, além de incentivar debates sobre as aplicações reais de iniciativas sustentáveis. O encontro pretende renovar o compromisso político feito, há 20 anos, na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92). Devido à importância da conferência, diversas universidades brasileiras têm desenvolvido trabalhos relacionados ao tema. 
Além das discussões citadas acima, a capital fluminense também foi palco de discussões no dia 22 de março. Nesta data, o Diretório Central dos Estudantes (DCE) Mario Prata, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), se reuniu para discutir o tema “Rio +20: A Universidade e os modelos de desenvolvimento”. A mesa de discussões abordou a inserção da UFRJ na convenção deste ano.

Além de todas as discussões criadas dentro do mundo acadêmico, algumas questões de ordem prática também continuam se apresentando para os integrantes do evento. Entre as diferentes negociações, a problemática sobre o financiamento para ações que preservem a área verde ainda continua sem solução. As principais dúvidas são sobre quem deve arcar com os custos, e como a tecnologia agirá no processo de desenvolvimento. Embora os países participantes ainda não tenham entrado num acordo quanto ao valor desse financiamento, todos concordam que é preciso criar uma agenda para garantir a preservação e desenvolvimento do meio ambiente.

SAIBA MAIS SOBRE RIO+20

Unesp promove exposição em decorrência do Rio+20



A Universidade Estadual Paulista (UNESP) também têm desenvolvido o assunto. No último dia 28, a unidade localizada na cidade de São Paulo inaugurou uma exposição chamada “Rio+20 Click! Unesp Ciência”, para as quais foram selecionadas 20 fotos representando diferentes biomas brasileiros. A exposição percorrerá outros campi da universidade.


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USP lançará publicações relacionadas a Rio+20



Já nas próximas semanas, a USP (Universidade de São Paulo) lançará uma série de publicações com aportes às discussões que acontecerão durante a Rio+20. A primeira delas será o livro Governança da ordem ambiental internacional e inclusão social”, publicado pelo Grupo de Pesquisa em Ciências Ambientais do Instituto de Estudos Avançados (IEA)Segundo palavras do professor Wagner Costa Ribeiro, organizador do livro, em declaração a Agência Fapesp, “O livro tem o objetivo de dar uma contribuição para os temas que estarão em discussão na RIO+20, relacionados à governança, inclusão social e economia verde, que são bastante abrangentes, mas que não tratam de questões como a biodiversidade, as mudanças climáticas e os recursos hídricos”. O livro traz, também, um balanço da Rio-92, identificando os avanços e os erros no período entre as duas conferências.


Instagram: Digital, Analógico ou Digital com cara de Analógico ?


Hoje em dia é comum ver postagens de fotos nas diversas mídias sociais que existem por ai. Posts sobre o dia-a-dia, momento para compartilhar com familiares e amigos. Porém, imagine como era o compartilhamento de imagens sem as inovações tecnológicas? Imagine que, antes, as pessoas compartilhavam as fotos reveladas, ou seja, sem grandes dimensões de público. Nada prático para a modernidade de hoje.

Pela rapidez implementada pela internet, compartilhar uma foto com todas as pessoas conhecidas se tornou questão de necessidade e, por isso, empresas do ramo de fotografia e tecnologia se juntaram e criaram diversos aplicativos para tirar uma foto e compartilhar via web imediatamente. O Instagram faz parte dessa gama de aplicativos, que além de postar na rede, proporciona uma versão vintage, parecida com as fotos analógicas.

Criado pela Apple, o Instagram regressa ao advento da fotografia analógica, deixando o grande debate entre o analógico e o digital mais acesso do que nunca. E foi essa a questão debatida na palestra “Fotografia 2.0. O novo velho novo”, na área de Artes Digitais da #CPBR5, realizada entre seis e doze de Fevereiro, em São Paulo. O bate papo contou com os convidados Ricky Arruda, fotógrafo profissional, e Bruno Siqueira, designer e gerente regional da Lomography, uma das grandes empresas do ramo.

Para os convidados, o aplicativo da Apple mistura fotografia com mídias sociais. “O barato do Instagram é que você já tira a foto e posta na web. É como se fosse o twitter da imagem.” Disse Ricky. Mesmo que o celular não tenha uma lente fotográfica, esse “defeito” é o que faz funcionar o aplicativo.

Bruno ressaltou esse conceito do defeito e defendeu que o efeito inesperado, que era conseguido apenas com a revelação de uma imagem, hoje é feito com uma velocidade bem maior. “É essa é a magia da fotografia!”.

A Lomography, empresa em que Bruno trabalha, é um dos nomes mais conhecidos desse conceito de efeitos antigos. Austríaca, a companhia criou essa tecnologia em meados da União Soviética, com o objetivo de difundir a fotografia compacta pela população. Deu certo e hoje a companhia cresce pelo mundo inteiro.

E você, prefere a fotografia digital, analógica ou digital com cara de analógica? Pode ser de qualquer jeito, com qualquer filtro ou efeito, porém, o mais importante é compartilhar os melhores momentos através da internet, seja por Twitter, Facebook ou qualquer outra mídia social. #todoscompartilha!

O universo das palavras em formato digital


Oferta de e-books cresce e novos recursos conquistam editoras e leitores

O mercado de e-books está em expansão e as estatísticas mostram que as vendas de livros digitais já superaram a de impressos em 2011 nos Estados Unidos. No Brasil, o número ainda é reduzido, mas o aumento do uso de smartphones, tablets e e-readers tem colaborado para que a leitura de e-books cresça.

A portabilidade, a facilidade de transporte das mídias, o preço baixo quando comparado com a versão tradicional e a possibilidade de obter publicações de diversas partes do mundo com poucos cliques atraem cada vez mais leitores. O ano de 2012 tem sido promissor, já que se pode notar um aumento de volumes publicados e vendidos nas livrarias, conforme pesquisa realizada em janeiro pela Simplíssimo, empresa que publica e-books desde 2008.

Os e-books também podem contribuir para a disseminação do conhecimento gerado na universidade. A Cultura Acadêmica, segundo selo da Editora Unesp,  disponibiliza desde 2010 94 livros para download gratuito, em parceria com a Pró-Reitoria de Pós Graduação da Universidade Estadual Paulista. A Coleção PROPG-DIGITAL publica livros em primeira edição apenas em formato digital e há títulos em diversas áreas.

Além da facilidade trazida com os novos formatos de leitura, os livros eletrônicos também podem apresentar recursos extras, impossíveis de ser oferecidos nas versões impressas, como conteúdo multimídia e hyperlinks. Assim, atraem uma nova fatia de mercado habituada às transformações tecnológicas e podem despertar a atenção dos leitores acostumados com os livros de papel.
           
           
           
            

100 anos de Jorge Amado: Da Bahia para o mundo

Centenário de nascimento de Jorge Amado é tema de eventos culturais pelo Brasil

A obra do escritor baiano Jorge Amado (1912-2001) o consagrou como grande nome da literatura brasileira e já foi publicada em 55 países e traduzida para 49 idiomas, além de ter sido adaptada para a televisão, cinema, teatro e rádio.

Muitos de seus personagens fazem parte do imaginário das pessoas e em seus livros é possível viajar pelos mares da Bahia, pela região produtora de cacau, perceber os problemas sociais de cada época e também os aspectos culturais, religiosos e políticos brasileiros.

Em 2012, é comemorado o centenário de nascimento de Jorge Amado e vários eventos estão programados. O autor foi tema da escola de samba Imperatriz Leopoldinense no carnaval carioca e de desfiles do famoso circuito Barra-Ondina, em Salvador. O filme Capitães de Areia, dirigido por Cecília Amado, neta do escritor, foi lançado em outubro de 2011 e a peça Dona Flor e seus dois maridos já está em cartaz há cinco anos e acaba de estrear a segunda temporada em São Paulo, e há negociações em andamento para um remake do filme de 1976.

A exposição Jorge, amado e universal também é parte da celebração da vida e da obra do escritor e está em cartaz desde 17 de abril no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo. Há materiais inéditos, como objetos pessoais, fotografias e filmes cedidos pela Fundação Casa de Jorge Amado, organização não governamental que preserva o acervo do escritor e pesquisa a cultura baiana. Em agosto, a mostra segue para o Museu de Arte da Bahia. Há muitas atividades agendadas e espalhadas pelo Brasil, de lançamentos de livros a palestras. Programe-se!

Não gostou do fim do filme? Escolha outro!

Internet e TV Digital possibilitam o crescimento do cinema interativo

Interferir os rumos de uma história parece uma atitude impossível no cinema tradicional, mas nos filmes interativos isso já é realidade. Agora, você pode escolher se a mocinha fica com o mocinho ou com o vilão, ou então se o monstro destrói a cidade ou se é impedido pelo super herói. E aquele personagem que apareceu no início da história e sumiu? Com os recursos de interatividade, você pode ver o que aconteceu com ele. E até fazer com que ele e a mocinha terminem juntos, tudo como você preferir.

Essa é a novidade do cinema interativo, construir a sua própria história entre as várias possibilidades que o filme interativo oferece, determinar as atitudes tomadas pelos personagens e até testar a própria sorte entre uma ação ou outra. É um jeito novo de ver e experimentar a sétima arte.

Mas dar ao público o poder de decidir os rumos do filme não é uma ideia recente. Para você ter uma ideia, o primeiro filme interativo do mundo foi produzido em 1967 na Tchecoslováquia e se chamava Kinoautomat (em inglês, One Man and His House). Naquela época, um mediador questionava o público nas salas de cinema, que votava na sequência que queria assistir. 

De lá para cá, outras tentativas de filmes interativos foram feitas, tanto no cinema comercial quanto nos vídeos publicitários. No Brasil, algumas experiências de sucesso foram realizadas, como A Gruta, de 2007. Agora, com a popularização da internet e os recursos que a TV Digital promete para o futuro, o cinema interativo pode representar uma oportunidade para cineastas e produtores, além de ser uma grande inovação para o mercado audiovisual. 

SAIBA MAIS SOBRE CINEMA INTERATIVO

Brasil também produz cinema interativo

Entre os principais filmes está "O Labirinto", uma produção da Unesp de Bauru

Filmes interativos não são uma exclusividade dos cinemas norte-americano e europeu. O Brasil também tem produções interessantes nessa área. Os principais filmes já feitos por aqui foram A Gruta e Maldita Escolha, ambos de 2008, e O Labirinto, de 2010, produzido por alunos do curso de Rádio e TV da Unesp de Bauru.

A Gruta, produção ligada à Universidade de Brasília (UnB), conta a história de um casal que resolve passar um fim de semana em uma fazenda, mas depois de visitarem uma gruta e encontrarem nela um porco, começam a apresentar comportamentos estranhos. O formato do filme se aproxima de um jogo, tendo mais de 30 momentos de interatividade e 11 finais.



Maldita Escolha, produzido por alunos da Uni-BH, também conta a história de um casal que passa por estranhas situações. Com um estilo trash, apresenta 16 possibilidades de interação, com as quais o público pode ajudar os protagonistas a escapar de um ataque de zumbis.

O Labirinto é uma produção dos alunos do curso de Rádio e TV da Unesp de Bauru, apresentado como TCC em 2010. O filme conta a história de seis pessoas que, por motivos desconhecidos, acabam confinados em um labirinto e precisam achar uma solução para encontrar a saída.



Quer conhecer mais sobre a produção de O Labirinto? Você pode conferir a edição do programa Curta Unesp, da TV Unesp, dedicada ao filme. Nela você assiste a uma entrevista com Bruno Jareta, diretor de O Labirinto, confere trechos de uma entrevista com Filipe Gontijo, diretor de A Gruta, além de conhecer outras opções de filmes interativos.



Cinema interativo não é experiência recente


Primeiro filme interativo produzido na Tchecoslováquia em 1967
Ao contrário do que muitos podem pensar, a interatividade não é uma ideia nova no cinema. Pelo contrário, a primeira experiência do tipo foi feita muito antes dos grandes efeitos especiais de Hollywood serem utilizados. O primeiro filme interativo da história chama-se Kinoautomat. Ele foi produzido na antiga Tchecoslováquia e contava a história de um homem comum. Durante a exibição, o público era convidado por um mediador na sala do cinema a decidir qual ação o personagem iria tomar e votar por meio de botões. 




O fato é que a interatividade de Kinoautomat era falsa, pois o público não conseguia interferir no destino dos personagens, não existiam duas tramas paralelas. Isso só foi descoberto depois de o filme ter sido exibido na TV Tcheca.

Porém, Kinoautomat não foi o primeiro filme a ter interatividade na história do cinema. Outros filmes já apresentavam esses recursos, como Mr. Sadonicus, de 1961, que foi planejado como um filme comum. Mas por apresentar um final muito pessimista, os produtores da época resolveram dar ao público o poder de escolher o destino do personagem. A plateia dos cinemas recebia plaquetas e votava no desfecho que preferia.

Várias outras experiências de cinema interativo foram feitas depois de Kinoautomat, como Clue, de 1985. A comédia é inspirada no popular jogo de tabuleiro Detetive e, assim como no jogo, o público podia escolher o final entre três opções oferecidas.

Nos anos 1990, com o desenvolvimento da informática e as primeiras experiências comerciais da Internet, a produção de filmes interativos ganhou força. Em 1995, o filme Mr. Payback foi bastante popular nos cinemas norte-americanos. Em suas exibições, o público recebia joysticks, como os de videogames, e podia votar em três opções de continuidade das cenas.

Outras experiências já foram realizadas na última década, como Point of View, de 2001, o dinamarquês Switching, de 2003, o filme Return to House on Haunted Hill e o canadense Late Fragment, ambos de 2007.

Em 2010, o canal de filmes de terror e suspense 13th Street, da rede NBC Universal, lançou o primeiro filme de terror interativo no cinema, o Last Call. A ideia é interessante: ao entrar na sala do cinema, o espectador pode cadastrar o número do seu celular por meio de um SMS, que é registrado em um software. Durante o filme, o personagem liga para alguém que estiver na plateia e por meio de um sistema de reconhecimento de voz, o espectador pode ajudar o personagem em sua fuga.

Agora, a tendência é o cinema interativo se popularizar em redes sociais e sites, como o Youtube. Foi assim que o trio vencedor de vários prêmios Chad, Matt & Rob ficou famoso no mundo virtual por seus divertidos filmes, todos com recursos de interatividade. A última produção do grupo foi The Treasure Hunt, de 2011. Confira:


Mulheres jovens estão bebendo mais que os homens, aponta pesquisa da Unesp


Em uma análise em escolas da rede pública de ensino de Botucatu (100 quilômetros de Bauru), uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Botucatu/Unesp (FMB) constatou que de bebidas alcoólicas tem sido mais comum em mulheres. Principalmente em adolescentes.  Através de entrevistas, cerca de 1.5 mil estudantes menores de 18 anos participaram do estudo. Nesse total de jovens analisados, foi notada em 38,8% estudantes do ensino fundamental e em 73,5% no ensino médio, os adolescentes já haviam bebido pelo menos uma vez. 

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De acordo com a pesquisadora Priscila Lopes Pereira, responsável pelo estudo, o álcool é a droga de escolha entre crianças e adolescentes. Essa constatação, segundo ela, parte da Organização Mundial da Saúde (OMS). Estudos anteriores mostravam que os homens bebiam mais que as mulheres em todas as faixas etárias e que jovens se utilizam de álcool mais que os idosos. Estima-se que o uso dessa droga tenha início (aos) entre 10 (ou) a 12 anos.

“O padrão de consumo, segundo o sexo, vem sendo objeto de discussão em estudos envolvendo a epidemiologia do alcoolismo. Há de se salientar as conquistas femininas nas últimas décadas, entre elas, além da independência financeira, as adolescentes passaram a ter mais liberdade de frequentar locais onde são consumidas bebidas alcoólicas antes restritas aos homens”, enfatiza Priscila.

Para a pesquisadora, esse contato precoce com drogas lícitas, no caso do álcool, requer atenção maior não somente por parte da família, mas da sociedade. “Percebe-se a necessidade de estabelecer uma política clara de orientação, bem como programas de prevenção”, finaliza.

Sistemas digitais nas Universidades Paulistas





Hoje em dia grande parte das universidades paulistas usa sistemas on-line para que os alunos possam acessar a biblioteca, entrar em contato com os professores e até para fazer a matrícula sem sair de casa.
Os sistemas informatizados de matrícula foram instalados visando a maior rapidez no processo e um maior conforto dos estudantes que moram em outras cidades. A Universidade de São Paulo, USP, e a Universidade Estadual Paulista, UNESP, são duas das instituições de ensino superior que sentiam a necessidade do sistema, devido às matrículas semestrais, e atualmente dispõem dessa tecnologia.

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O uso do sistema digital é simples: assim que o estudante ingressa na universidade, recebe as informações necessárias para o cadastro no sistema. Uma vez cadastrado, poderá checar todas as informações que quiser quanto a matrículas, notas, frequência e até sobre a própria faculdade durante todo o período de seu curso. Mas o método ainda tem falhas e que podem custar caro pra um aluno.

A estudante de jornalismo, Marcela Busch conta que no período de rematrícula tentou mudar de turma em uma das aulas da grade curricular usando o sistema, mas teve problemas. “Quando foram adequadas as vagas, não havia espaço de manhã, porém, o sistema não me colocou de volta na sexta à tarde, fazendo com que eu não fosse matriculada em nada”, ela conta. Apesar da falha, Marcela acredita que o sistema foi uma boa mudança na universidade: “acho que o sistema é um avanço, porque podemos fazer tudo pela internet, sem precisar vir a Bauru; mas ainda acho que poderia ser bem mais inteligente e que a faculdade tem recursos para melhorar”.

2º Simpósio de Nutrição Esportiva


Todos sabem que uma boa alimentação e exercícios físicos são essenciais para se manter saudável. O simpósio de Nutrição Esportiva visa a trazer informações que ajudem a melhorar o casamento desses agentes da saúde de acordo com suas necessidades.
O evento foi idealizado pela Empresa Júnior dos Estudantes de Nutrição da Unesp, a EJENUTRI, e acontece no dia 21 desse mês. Entre os palestrantes estão os nutricionistas Murilo Dáttillo e Lenycia Neri, além da nutricionista e educadora física Ellen Cristini Freitas e o médico Franz Homero Paganini Burini.
Caroline Gomes, presidente da EJENUTRI e estudante de Nutrição, diz que o sucesso da edição de 2011 motivou esse segundo encontro e promete: “Manteremos o intuito de atualizar e aumentar o conhecimento dos estudantes e profissionais da área sobre a Nutrição Esportiva”.
O evento será realizado no Anfiteatro do Instituto de Biociências da Unesp em Botucatu, começa às 8 horas da manhã e tem término previsto para as 17:30.
As inscrições já estão abertas e serão realizadas até o dia do simpósio. Para se inscrever, acesse o site da EJENUTI: http://www.ejenutri.com.br/.
Confira abaixo a programação completa do Simpósio.


Pesquisa pode contribuir com o tratamento químico de jovens



Os cérebros jovens são mais suscetíveis aos efeitos das drogas, aponta pesquisa realizada no Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP). Para obter os resultados apontados, a autora Maria Cristina V.R. Maluf, graduada em farmácia-bioquímica, mapeou a ação de duas proteínas no sistema nervoso de camundongos adultos e adolescentes submetidos a injeções de cocaína.
A pesquisa também aponta que os adolescentes, além de mais propensos à dependência, estão mais ligados ao chamado “condicionamento de ambiente”. Os cérebros dos camundongos jovens apresentaram respostas mais expressivas ao serem expostos ao ambiente onde eram feitas as aplicações de cocaína. “Na pesquisa, os camundongos sofreram alterações no comportamento só de serem expostos ao ambiente em que haviam recebido as injeções de cocaína e, dentre eles, os adolescentes foram os mais suscetíveis. É possível que o efeito esteja relacionado a uma maior expectativa desse grupo em receber a droga”, explica a autora em entrevista concedida à Agência Usp.
Os resultados da pesquisa podem definir novos rumos no tratamento químico de adolescentes. “Sabendo os efeitos que são provocados, podemos pensar em formas de bloquear e reverter o processo”, explica.

Independente da forma como é consumida, a cocaína traz efeitos nocivos ao organismo

Robô bom de bola


Robôs em processo de montagem


Lucas Gandia

No país do futebol, até robô joga bola. No que depender dos alunos de Engenharia Elétrica da Unesp de Bauru, os eletrônicos terão cada vez mais habilidades no esporte mais popular do Brasil.
A Equipe de Futebol de Robôs da Faculdade de Engenharia de Bauru – FutFEB, também conhecida apenas como “Futebol de Robôs”, procura estimular o interesse dos alunos do ensino médio, técnico e fundamental para seguirem carreira nas áreas de engenharia e ciência da computação.
São utilizados robôs móveis simples em conjunto com material didático e audiovisual para despertar de forma lúdica, por meio de palestras e demonstrações práticas, o interesse dos jovens para os desafios e atrativos das carreiras tecnológicas.
Robô didático usado no projeto
Os gols do projeto não se limitam à sala de aula. Em 2011, o FutFEB foi premiado no 6º Congresso de Extensão da Unesp, por reunir todos os aspectos avaliados: ensino, pesquisa e extensão. O coordenador do projeto, professor José Eduardo Castanho, do departamento de Engenharia Elétrica da FEB, ressaltou a importância do trabalho em grupo. "O FutFEb une professores e cerca de dez alunos, divididos entre graduandos em Engenharia e do Colégio Técnico Industrial".
Os estudantes de outras áreas da Engenharia que se interessarem, bem como os de Ciências da Computação, da Faculdade de Ciências, também podem participar. Para saber mais sobre o projeto, é só entrar em contato pelo e-mail eletricaprojunior@gmail.com.

Equipe Robo Samba da Unesp de Sorocaba é qualificada para RoboCup

A equipe RoboSamba da Unesp de Sorocaba foi qualificada para participar da RoboCup em Junho. Foram mais de 16mil votos que garantiram a ida da equipe, que ficou em primeiro lugar com 44%, atrás da RIMAL Team da Arábia Saudita com 35% e da SENAI Brasil Robtótica, com 8%.

2º Simpósio de comunicação popular e comunitária


por Duda Khalil

No mês de maio acontece na Universidade Estadual de Londrina (UEL) o 2º Simpósio de comunicação popular e comunitária .  O evento será realizado entre os dias 2 e 4 e irá expor as pesquisas realizadas pelo Núcleo de Pesquisa em ComunicaçãoSolidária da universidade e pretende promover o intercâmbio de informações.

Os interessados em participar puderam se inscrever até o dia 25 de março e estima-se que cerca de 150 pessoas estejam presentes nos três dias de palestras e discussões. O Simpósio mantém os padrões utilizados na primeira edição e terá mesas redondas, conferências e apresentação de trabalhos relacionados à temática abordada.

A programação já começou divulgada e espera-se que seja complementada até a data do evento, que será realizado na cidade de Londrina, em instalações da universidade.

Relembre como foi o 1º Simpósio de Comunicação Solidária


Evento realizado entre os dias 24 e 26 de junho de 2010 na Universidade Estadual de Londrina (UEL), o 1º Simpósio de Comunicação Popular e Comunitária teve como tema principal a História e Atualidade na disputa pela Hegemonia. As principais discussões ficaram por conta dos desafios desse ramo de pesquisa e da realização da comunicação comunitária em si. 

O que é o Núcleo de Pesquisa em Comunicação Solidária?



Projeto desenvolvido na Universidade Estadual de Londrina, O Núcleo de Pesquisa em Comunicação Solidária está vinculado ao Departamento de Comunicação da UEL e envolve estudantes de graduação, mestrado e doutorado, assim como professores dos cursos de comunicação. Os integrantes deste núcleo estudam os processos de comunicação popular e sua repercussão nos movimentos sociais.

O NCP surgiu quando a especialização em comunicação solidária tornou-se uma das vertentes de pesquisa da universidade. Tem como principais tópicos estudados a hegemonia de determinados veículos de comunicação e a necessidade de combatê-la.

Unesp de Sorocaba participa do RoboCup


Já imaginou robôs jogadores de futebol? Foi com o inusitado objetivo de criar robôs que pudessem vencer humanos na Copa de 2050 que se iniciou a
RoboCup, em 1997, no Japão. Este ano o evento acontece na cidade do México, de 18 a 24 de junho. 


Na Unesp de Sorocaba, uma equipe de alunos de Engenharia de Controle e Automação forma a RoboSamba, que já participou do campeonato em Istambul, na Turquia, em 2011. Os alunos foram selecionados para participar desta edição da RoboCup, concorrendo com outros 13 times de diversos países. No Facebook, já está rolando uma disputa entre as equipes para ganhar os três robôs móveis para poder participar da Copa. 


Para ajudar a equipe brasileira: Entre e vote na opção K- RoboSamba (Brazil).


Final entre EUA X Japão em 2011


A proposta da Copa de robôs é promover as pesquisas em robótica e inteligência artificial, a partir de um objetivo significativo de longa duração: que os robôs humanoides possam de fato ganhar dos seres humanos em uma Copa do Mundo de Futebol. Se a meta será cumprida, não se sabe, mas enquanto isso são feitos projetos, experimentações e pesquisas, o que só traz benefícios para a área.

Entenda os desdobramentos das denúncias de fraude em hospitais universitários

Desde a reportagem pelo “Fantástico”, da Rede Globo, no dia 18 de março, o Tribunal de Contas da União (TCU) vem reforçando a fiscalização nos hospitais universitários federais para combater a corrupção na saúde.

No entanto, alguns especialistas acreditam que essa é apenas uma maneira de reduzir o impacto da denúncia em ano eleitoral, outros afirmam que essa medida é o início do processo de privatização dos hospitais públicos. Márcio Palmares, técnico-administrativo em educação da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Paraná (SINDITEST-PR), acredita que as grandes empresas da área estão buscando justificativas para a privatização de hospitais públicos. Estão sendo investigadas mais de 159 empresas, de acordo com a investigação.


TCU investiga mais 159 empresas


A denúncia feita pela Globo mostra funcionários de empresas privadas pedindo propina a agentes de saúde de hospitais universitários em troca da prestação de serviço. As empresas envolvidas já haviam sido investigadas por supostas fraudes em outros processos de licitação com a Prefeitura do Rio de Janeiro. Além das já denunciadas, o TCU está analisando contratos com 159 empresas que supostamente teriam participado de transações ilícitas.

Campanha pela privatização? Especialista acredita que medidas do TCU não vão solucionar o problema


Em artigo publicado no blog Saúde Brasil, Márcio Palmares,  técnico-administrativo em educação na UFPR e diretor do SINDITEST-PR, afirma que “como não é possível atacar diretamente os hospitais universitários que, apesar do sucateamento, prestam atendimento de alto nível, o foco são as licitações. O problema não é esse, mas a corrupção dos agentes públicos”. Ele se refere às medidas adotadas pelo TCU em relação aos três hospitais denunciados pelo “Fantástico”: o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO), o Instituto Nacional do Câncer (Inca) e o Instituto Nacional de Cardiologia (INC).

Campanha pela privatização?

Segundo Márcio, "O objetivo das denúncias, contudo, não é o de combater a corrupção."A declaração, apesar de polêmica se baseia em alguns fatos, como segue a argumentação:

Há muita corrupção no Brasil, principalmente no interior do governo. Seria possível revelar dezenas de esquemas de corrupção envolvendo empreiteiras, bancos e multinacionais, a partir de suas negociatas diretas com os chefes do poder executivo. Aliás, esse tem sido o método usado pela oposição de direita (DEM e PSDB) para derrubar ministros do governo Dilma. No Brasil, a corrupção é institucionalizada, praticada sistematicamente pelos partidos políticos que comandam o país. O saque aos cofres públicos e a depredação do Estado são formas de enriquecimento usadas há muito tempo pela elite brasileira.
Então, por que o estardalhaço repentino sobre fraudes em licitações ocorridas em Hospitais Universitários? A resposta é simples: a Rede Globo, trabalhando a pedido do governo e das grandes empresas da área de saúde, está preparando a consciência da população para a privatização dos HUs, através da EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares).

LaPCom desenvolve pesquisas em comunicação e cultura


Grupo de Pesquisa da Pós-Graduação da Faculdade de Comunicação (FAC), da Universidade de Brasília (UnB) é referência na América Latina
Raphael Rodrigues

O LaPCom (Laboratório de Políticas de Comunicação) é um Grupo de Pesquisa, Ensino e Extensão vinculado à linha de Pesquisa Políticas de Comunicação e de Cultura, do Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Comunicação (FAC), da Universidade de Brasília (UnB). Atualmente a pesquisa central encontra-se dentro da temática “Bases Normativas de um Novo Modelo Institucional para a Comunicação Brasileira" e é dividida em três frentes:
1. Estudo comparado de modelos institucionais e políticas de comunicação eletrônica em quatro países: Espanha, Estados Unidos, México, Venezuela e Brasil;
2. Observatório da Radiodifusão Pública na América Latina;
3. Mapeamento das condições técnicas das emissoras de rádio brasileiras e sua adaptabilidade ao padrão de transmissão digital sonora terrestre.

Sobre o Laboratório


O LaPCom foi criado em 1991, com o apoio do CNPq, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, com o objetivo inicial de desenvolver a pesquisa denominada “A Comunicação na Lei Orgânica do Distrito Federal”.

Mantendo-se ativo durante os anos, em 2005, o Laboratório, com recursos doados pela fundação Ford, começou nova fase, ampliando duas atividades de pesquisa e aumentando o número de pesquisadores (doutores, recém-doutores, mestres, pós-graduandos e bolsistas de iniciação científica).

Objetivos do Laboratório


Entre os objetivos do grupo de pesquisa LaPCom, está a busca de assegurar à linha de Pesquisa Políticas de Comunicação e de Cultura um ambiente permanente de pesquisa, ensino e extensão; desenvolver estudos sobre o tema: Bases Normativas de um Novo Modelo Institucional para a Comunicação no Brasil, por meio de projetos de pesquisa específicos; manter diálogo com os diversos atores sociais, além de colaborar com fóruns e debates; aprofundar a relação acadêmico-científica com outras instituições; inserir a linha de pesquisa nos círculos acadêmico-científicos internacionais, aperfeiçoando sua divulgação institucional e científica. O grupo também organiza uma revista
O LaPCom é formado pelos professores Murilo César Ramos, Sayonara Leal, César Bolaño, Fernando Oliveira Paulino, a pesquisadora mestre Lara Haje, os doutorandos Rodrigo Braz e Mariana Martins, a mestranda Carla Camargos, além de bolsistas de iniciação científica. Participam também suplementarmente das atividades do grupo os professores Carlos Eduardo Esch e Nelia Del Bianco.
Para participar do grupo como bolsista da pós-graduação é necessário passar pelo processo de seleção da Faculdade de Comunicação da UnB que acontece anualmente em meados de dezembro. Já o edital para participação como bolsista da graduação ocorre por volta do mês de julho ou agosto.

ComCiência é avanço no jornalismo científico

Revista eletrônica mensal publica textos originais sobre ciência e tecnologia
Laís Rodrigues

O Labjor, Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, é um centro de referência, tanto no país quanto na América Latina, para a formação e para os estudos em divulgaçãocientífica e cultural. O laboratório criado na Unicamp desenvolve uma série de atividades de pós-graduação, pesquisa, extensão, treinamento e consultoria.  Uma dessas atividades é a revista ComCiência, publicação eletrônica mensal que traz reportagens, artigos e notícias sobre ciência e tecnologia. Os textos originais são estruturados em hipertextos que incluem recursos multimídia como fotos e links com sites de interesse. O uso desses recursos permite uma maior interação no momento da leitura, representando um avanço experimental no campo do jornalismo digital.

Sobre o Labjor

O Labjor foi criado na Unicamp em 1994, tendo como idealizadores o jornalista Alberto Dines e os professores Carlos Vogt e José Marques de Melo. Os objetivos do laboratório são, entre outros, formar competências nas áreas de jornalismo científico e de crítica da mídia; estimular o acompanhamento das mudanças na mídia impressa e eletrônica; estabelecer intercâmbio entre a universidade e empresa; discutir a questão do jornalismo científico e divulgação científica; democratizar o conhecimento científico; reduzir a distância entre os criadores do conhecimento e a opinião pública; contribuir para uma reflexão crítica sobre a ciência produzida no país.


Sobre a ComCiência

A revista ComCiência é publicada desde 1999 pelo Labjor e é voltada, principalmente, para um público de estudantes universitários e de ensino médio. Os artigos da revista são escritos por um grupo de especialistas no tema abordado, de várias instituições de ensino e pesquisa, e as reportagens são de autoria de uma equipe fixa e por colaboradores, entre eles alunos do curso de jornalismo científico e bolsistas do programa Mídia Ciência.