Não gostou do fim do filme? Escolha outro!

Internet e TV Digital possibilitam o crescimento do cinema interativo

Interferir os rumos de uma história parece uma atitude impossível no cinema tradicional, mas nos filmes interativos isso já é realidade. Agora, você pode escolher se a mocinha fica com o mocinho ou com o vilão, ou então se o monstro destrói a cidade ou se é impedido pelo super herói. E aquele personagem que apareceu no início da história e sumiu? Com os recursos de interatividade, você pode ver o que aconteceu com ele. E até fazer com que ele e a mocinha terminem juntos, tudo como você preferir.

Essa é a novidade do cinema interativo, construir a sua própria história entre as várias possibilidades que o filme interativo oferece, determinar as atitudes tomadas pelos personagens e até testar a própria sorte entre uma ação ou outra. É um jeito novo de ver e experimentar a sétima arte.

Mas dar ao público o poder de decidir os rumos do filme não é uma ideia recente. Para você ter uma ideia, o primeiro filme interativo do mundo foi produzido em 1967 na Tchecoslováquia e se chamava Kinoautomat (em inglês, One Man and His House). Naquela época, um mediador questionava o público nas salas de cinema, que votava na sequência que queria assistir. 

De lá para cá, outras tentativas de filmes interativos foram feitas, tanto no cinema comercial quanto nos vídeos publicitários. No Brasil, algumas experiências de sucesso foram realizadas, como A Gruta, de 2007. Agora, com a popularização da internet e os recursos que a TV Digital promete para o futuro, o cinema interativo pode representar uma oportunidade para cineastas e produtores, além de ser uma grande inovação para o mercado audiovisual. 

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